Fatores de riscos que contribuem para sepse relacionada ao cateter venoso central em unidades de terapia intensiva
Mateus Vieira Martins, Lucíola Silva Sandim, Anna Carolina Caetano Felipe, Maria Joeli Sousa
Abstract
Objetivo: identificar fatores de risco que contribuem para sepse relacionada ao cateter venoso central em UTI. Métodos: estudo de revisão integrativa, com buscas realizadas nas bases de dados: PubMed, SciELO e LILACS. Usados 17 artigos dos últimos 5 anos, (2015 a 2019), 2 artigos fora do corte de tempo por possuir informações importantes, de 2011/2014, 1 caderno da Anvisa, 1 manual criado pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) em parceria com o Conselho Regional de Enfermagem (COREN-SP), ambos de 2017. Resultados: 22 pesquisas abordando vários fatores de risco dentro de uma só, tem em conteúdo 52,63% o descumprimento da técnica asséptica na higiene, inserção, manejo do CVC e contaminação dos hubs pelas mãos, 62,42% defendem via femoral, 31,57% citam a falta de conhecimento do protocolo de sepse referentes aos sinais, sintomas e o Bundle. Discussão: Uma equipe treinada para inserção e manutenção do CVC faz com que não ocorra contaminação por quebra da técnica asséptica até mesmo pelos hubs de inserção, as vias que deverão ser evitadas pela equipe são: a jugular e femoral. Conclusão: Durante a pesquisa notou-se que a equipe de enfermagem precisa se capacitar mais nos cuidados adequados com o CVC e para identificar sepse, sendo isso um fator de risco. O Enfermeiro da UTI deve se atualizar sobre as diretrizes de ICS, Sepse, e proporcionar treinamento para equipe, evitando assim problemas maiores de contaminação.