SAÚDE MENTAL E ESGOTAMENTO PROFISSIONAL: ANÁLISE LITERÁRIA SOBRE OS FATORES RELACIONADOS À SÍNDROME DE BURNOUT ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Alessandre Gomes de Lima, Marcela Bezerra Dias, Walter Emmanoel Brito Neto, Jamileh Marinho de Carvalho, Mário Ricardo Fernandes Nakao, Sheyla Elisa Castro Negrão, Amanda Costa Maciel
Abstract
Objetivo: Avaliar os fatores relacionados à síndrome de bornout entre profissionais de saúde. Métodos: trata-se de uma revisão de literatura, embasada em artigos indexados na Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), utilizando os descritores síndrome de burnout, fatores associados, saúde mental, esgotamento profissional, profissionais de saúde. Este estudo incluiu artigos publicados nos últimos 5 anos, além de manuais do Ministério da Saúde. Resultados e discussão: ao analisar os fatores relacionados à síndrome de burnout, evidencia-se profissionais de saúde que frequentemente submetidos a carga horária excessiva, assim como, expostos a ambientes insalubres e com poucos recursos, gerando insegurança e mal estar, que culminam em adoecimento físico e mental. Tais queixas podem resultar no aumento da procura por serviços de saúde, assim como, diminuição da capacidade laboral do funcionário. Durante a Pandemia de COVID-19, este distúrbio aumentou significantemente, onde profissionais da saúde conviveram com a incerteza da patologia, falta de recursos essenciais e altas taxas de mortalidade. Conclusão: a síndrome de burnout é um problema de saúde pública, que pode se manifestar em qual profissional exposto a fatores estressantes, sobretudo, os profissionais de saúde, os quais estão frequentemente expostos a situações estruturais e psicológicas, que podem ocasionar o adoecimento físico e/ou mental. Desta forma, ao reconhecer tal distúrbio como um importante problema de saúde, as instituições devem investir em intervenções de prevenção e promoção da Saúde do Trabalhador.